No primeiro quadrimestre deste ano, em Feira de Santana foram confirmados 62 casos de dengue clássica – em todo o ano passado foram 734 registros. Percentualmente, a quantidade de pessoas com a doença em Feira de Santana representa apenas 0,3% dos diagnósticos confirmados na Bahia neste ano.

A redução, se comparada os dois períodos anuais, é resultado das ações intensivas que estão sendo realizadas no intuito de eliminar possíveis focos de reprodução do aedes aegypti, mosquito que transmite o vírus da dengue, entre outras doenças.

De acordo dom a chefe da Vigilância Epidemiológica, Francisca Lúcia, os agentes estão trabalhando todos os dias da semana, tanto no combate direto ao inseto como em ações preventivas, bem como no processo de conscientização das pessoas no sentido de adotar medidas que dificultem a reprodução do aedes.

Ela argumenta que a participação ativa dos cidadãos é fundamental para o controle da doença, porque cerca de 80% dos focos são encontrados dentro das residências. “E procedimentos simples fazem o combate”, adverte.

Além da atenção e a determinação de eliminar possíveis criadouros do mosquito, os cidadãos devem ficar atentos ao aedes, um inseto que tem hábitos diurnos, passa a maior parte do tempo escondido atrás de sofás, entre cortinas, embaixo de cadeiras e que aproveita o descuido das pessoas para atacar.

É a fêmea quem pica. Precisa do sangue para o desenvolvimento completo dos ovos. Geralmente três dias depois elas já estão aptas para a postura e passam a procurar local para desovar. Sempre próximo de água limpa e parada. Mas já foi observado caso de postura em água suja.
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