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Feira de Santana- Família espera há mais de quatro meses liberação de corpo do DPT da cidade

Mais uma família vive o drama da espera pelo Departamento de Polícia Técnica, para poder enterrar o corpo de um parente em Feira de Santana. O problema é a demora na liberação do laudo do DPT, que por sua vez, espera o resultado de um exame de DNA por parte do Instituto Médico Legal de Salvador.

Segundo familiares do pedreiro Jessivaldo Mota de Souza, encontrado carbonizado em uma residência da comunidade Lucas da Feira, no Papagaio, o corpo está desde o final de dezembro do ano passado e ainda não foi liberado para que providenciem o sepultamento. Jessivaldo foi encontrado morto no dia 27 de dezembro de 2014 e a companheira, Iracelma Gonçalves dos Santos, foi presa acusada de homicídio.

Em depoimento na delegacia, Iracelma contou para a delegada Ana Cristina, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que reagiu às agressões praticadas pelo companheiro que chegou em casa embriagado. “ ela contou que pegou um isqueiro no momento em que ele foi ao banheiro e tocou fogo no sofá, sendo que esse sofá ficava próximo ao banheiro, que tinha uma cortina feita de lençol. Levando em consideração o fato de que ele estava embriagado, talvez isso tenha impedido que ele tentasse procurar socorro durante o incêndio”, declarou a delegada.

A irmã da vítima, Sônia Mota Souza, reclamou da situação em entrevista ao programa Jornal Transamérica, na manhã desta quarta-feira (20) e teme que a acusada do crime saia da prisão, antes da liberação do corpo de Jessivaldo. “A gente já esteve no DPT, mas alegaram que estão aguardando o resultado do exame, que pode levar meses”, desabafou Sônia.Asi Informações são do Central de Policia